Guru tech chama a atenção para cuidados com a saúde mental online de crianças e adolescentes

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Entre as consequências comportamentais que a pandemia desencadeada pelo vírus COVID-19 trouxe para milhares de pessoas no mundo todo, sem dúvidas uma das mais notáveis é o aumento no tempo que passamos no celular. Seja como uma forma de entretenimento durante o isolamento, seja por ser um instrumento de conexão com amigos e familiares ou mesmo de trabalho, estamos condicionados a dedicar horas e horas a comentários, likes e mensagens virtuais.

Essa necessidade de estar sempre online passou a ser uma realidade não só para adultos, mas também para crianças e adolescentes, aumentando o alerta dos pais com relação ao que os filhos podem encontrar online.

Uma pesquisa conduzida pela bhapi em Junho de 2021 revelou que mais da metade dos pais entrevistados (55%) não permite que seus filhos tenham contas em redes sociais. As principais justificativas para isso são preocupações com a falta de segurança dessas plataformas (66%), a exposição das crianças a conteúdos inapropriados (62%) e o possível contato delas com pessoas desconhecidas (61%).

O medo de que imagens das crianças possam ser compartilhadas por criminosos e a exposição de suas informações pessoais também foram citadas por 53% e 25% dos entrevistados. A pesquisa também indica que mais de 95% dos pais estão preocupados com o conteúdo ao qual seus filhos estão expostos nas redes sociais, e 90% deles temem que as crianças sejam vítimas de bullying virtual.

“Passamos muito tempo nas redes sociais, ainda mais durante as férias escolares. É um fato bem conhecido que o cyberbullying tem sido associado à depressão, ansiedade, isolamento social e, mais recentemente, suicídio em adolescentes. Nosso maior uso e dependência das redes sociais durante a pandemia apenas exacerbaram esses problemas”, comenta Mick Esber, CEO da bhapi.

“A diferença entre o bullying tradicional e o cyberbullying é que no mundo digital as pessoas geralmente são anônimas e, por isso, as vítimas sentem que não podem fazer nada. Os atuais aplicativos de redes sociais têm tentado resolver isso, mas todas as soluções têm sido de natureza reativa até o momento. A maioria das pessoas não busca apoio, e os próprios jovens não acham que as plataformas fazem o suficiente para prevenir o cyberbullying. Precisamos mudar isso! ”, disse Esber.

Com mais 20 anos de experiência no mercado de tecnologia e cibersegurança, Esber coloca como urgente a necessidade de que os pais estabeleçam um “plano de tecnologia para a família” como forma de combater este e outros problemas.

Veja como fazer isso em 5 passos:

  1. Crie um “plano tech” para a família e cumpra-o. Por exemplo, limite o uso de redes sociais e outros aplicativos a até uma hora por dia.
  2. Certifique-se de que todas as funcionalidades de controle dos pais estejam ativadas e atualizadas para que você possa monitorar o conteúdo que seus filhos estão vendo online.
  3. Atualize constantemente todas as suas senhas, certificando-se de não usar combinações genéricas ou repetidas (um aplicativo de gerenciador de senhas é uma ótima ferramenta para isso!). Assim você aumentará sua proteção contra hackers.
  4. Converse com seus filhos sobre o que estão vendo na internet e fique atento para garantir que eles não desenvolvam expectativas irreais sobre a vida com base nas expectativas criadas pelo conteúdo online.
  5. Eduque-se sobre o que é conteúdo tóxico e como ele pode afetar seus filhos tanto quando mais novos quanto ao longo de suas vidas.


Sobre Mick Esber



Mick Esber é um líder em tecnologia com mais de 20 anos de experiência com start-ups e organizações em rápida evolução. Já passou por Fintechs e indústrias como Saúde, Games, Defesa, e agora redes sociais. Como membro contribuinte da ISACA (Information Systems Audit and Control Association) e IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers), Mick é uma liderança inovadora no setor de tecnologia. Sua experiência empreendedora como fundador de uma start-up de tecnologia e a paixão por resolver problemas do mundo real é a força motriz por trás de seus projetos para Web 3.0, construção de redes, protocolos e aplicativos digitais. Sua paixão por explorar a tecnologia para permitir a transformação nos negócios e novas formas de trabalhar estão por trás da criação da bhapi – uma plataforma de rede social segura para toda a família. A versão beta do aplicativo já está disponível na Austrália e em breve chegará ao Brasil.

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